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quarta-feira, 28 de maio de 2008

A Curiosidade Premiada - Col. Passa Anel - Fernanda Lopes de Almeida

Resenha: Glorinha pergunta sobre tudo, incomoda todo mundo. Mas logo todos percebem que este é um bom jeito de descobrir o mundo.Considerado altamente recomendável para a criança pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.Prêmio de Melhor Livro de Literatura Infantil da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Soprinho - Fernanda Lopes de Almeida

Resenha: Todos os bosques do mundo são encantados. Se você não acredita, é porque ainda não conhece soprinho. Só ele tem o poder de fazer a gente ver tudo de forma diferente. Basta receber o seu sopro e pronto! Você descobri um mundo habitado por fadas, mágicos, duendes, gênios, todos eles entregues a um trabalho misterioso. E por fim desvenda o grande enigma: afinal quem é bom e quem é mau no reinol da natureza? Mas soprinho ainda deixa outra pergunta no ar: o que é bom e o que é mau em nossa própria vida?

O Equilibrista - Col. Passa Anel - Fernanda Lopes de Almeida

Resenha: A vida de um equilibrista está sempre por um fio. Tentando se manter sobre esse fio chamado “vida”, ele vai construindo sua trajetória.

Gato Que Pulava Sapato - Col. Passa Anel - Fernanda Lopes de Almeida

Resenha: Vale a pena superproteger quem a gente ama? A dona do gatinho Mimi descobriu que a maior alegria que se pode dar é a liberdade.

Pinote o Fracote e Janjão o Fortão - Col. Passa Anel - Fernanda Lopes de Almeida


Resenha: Janjão era o valentão da turma, mas não imaginava que um menino pequeno como Pinote fosse capaz de derrotá-lo.

O Rei Maluco e a Rainha Mais Ainda - Fernanda Lopes de Almeida


Resenha: No reino desta história, as pessoas fazem o que dá na telha: o padeiro não fabrica pão há anos porque prefere pintar quadros, uma moça passa a vida ao lado de um poço esperando se encontrar no que sai lá de dentro, uma velhinha vigia a Torre do Sono para que ninguém se atreva a dormir... e todos procuram um estafilágrio, coisa que ninguém sabe o que é. Mais malucos ainda são o rei e a rainha: é ele quem serve o povo (até engraxa os sapatos do engraxate!) e só será coroado depois de ter servido bastante, e é ela quem dá aula quando a professora falta. Todo mundo ali fala o que tem vontade e acha muito sábios os provérbios do avô do rei, coisas aparentemente sem pé nem cabeça como "quem nunca se afoga muito se arroga" e "uma cauda sem tropeço ou é falsa ou é de gesso". É nesse lugar que a menina Heloísa vai parar um dia, guiada por uma formiga falante e questionadora. Levando na bagagem todas as referências do seu próprio mundo, Heloísa chega achando tudo aquilo muito errado. Os habitantes malucos do reino, por sua vez, acreditam que é Heloísa quem tem problemas - para eles, ela sofre de "dicionário", mal que acomete quem se prende demais ao uso literal e utilitário das palavras. Em meio a diálogos sensacionais e situações muito inusitadas, Heloísa vai, aos poucos, descobrindo que cada um tem o seu jeito de ser e que há mais de uma maneira de ver as coisas. Enquanto acompanham as aventuras da menina, os leitores compartilham as suas descobertas e, assim como ela, assimilam sem perceber valores essenciais: o questionamento do senso-comum e a autoconfiança.